Centro Global de Missões

Missões Indígenas

    Missões Horizontes Brasil




    vglobal
    O curso visa, despertar igrejas e líderes para missões transculturais, formar novos mobilizadores de missões e recrutar candidatos ao campo missionário não-alcançado. Desenvolver uma mentalidade missionária para responder aos desafios transculturais no Brasil e no mundo; auxiliar a igreja para elaborar um programa de seleção, envio e sustento de missionários durante o treinamento e no campo missionário; gerar ministérios de intercessão e jejum para dar cobertura aos missionários no campo.
    Propósito
    Inspirar, encorajar, conscientizar, mobilizar e capacitar a igreja para cumprir o propósito eterno de Deus; que é fazer seu Nome conhecido, enaltecido e adorado em toda a terra, conforme Atos 1: 8 “mas recebereis poder ao descer sobre vos o Espírito Santo e ser-me-eis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda Judéia e Samaria e até os confins da terra”.
    Objetivos
    1. Auxiliar a igreja para elaborar um programa de seleção, envio e sustento de missionários durante o treinamento e campo missionário;
    2. Desenvolver uma mentalidade missionária para responder aos desafios de missões transculturais, no Brasil e no mundo;
    3. Gerar ministérios de intercessão e jejum para dar cobertura aos missionários no campo;
    4. Conscientizar a igreja para ofertar e dizimar com testemunhos encorajadores;
    5. Desenvolver áreas de negócios e missões;
    6. Estimular o evangelismo local de povos diferentes (Indígenas, Árabes, Japoneses, Hispânicos, Judeus);
    7. Ampliar a visão global da igreja.
    Mais informações: http://www.mhorizontes.org.br/VisaoGlobal/

    Aliança Bíblica Universitária do Brasil - ABUB


    Nossa visão:
    Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB) é uma organização missionária evangélica que existe para  compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo nas escolas e universidades brasileiras, através da iniciativa dos próprios estudantes. O treinamento e formação de estudantes e profissionais, visando o testemunho cristão e o serviço à Igreja e à sociedade, completam nossa missão. 


    Estudantes que formam comunidades de discípulos, transformados pelo Evangelho, e que impactem o mundo estudantil, a igreja e a sociedade para a glória de Cristo.

    Nossos objetivos:
    evangelização dos secundaristas, universitários e profissionais, por intermédio da comunicação da mensagem do evangelho e da demonstração prática da vivência cristã, objetivando sua submissão ao senhorio de Jesus Cristo.
    desenvolvimento dos secundaristas, universitários e profissionais rumo à maturidade do ser humano integral em Cristo Jesus, nos aspectos pessoal e comunitário, de forma a assumirem sua responsabilidade no âmbito da família, da igreja e da sociedade.
    A realização de missão e serviço pelos estudantes e profissionais, mediante a descoberta de seu lugar de chamado por Deus, na Igreja e no mundo.
    Assistência ao estudante e à comunidade, visando ao desenvolvimento do homem e da mulher, como manifestação do amor de Deus, em Cristo.

    Em 2012 encerramos o ano com 107 grupos filiados à ABUB (88 grupos de estudantes universitários, 14 de ensino médio e 5 de profissionais), em 91 diferentes cidades brasileira.
    Mais informações site: 
    http://www.abub.org.br/

    Empresas implantam chips em seus funcionários na Suecia



    A maioria de nós já se acostumou a usar crachás, cartões ou senhas para entrar no prédio do escritório, pagar o ônibus ou fazer compras. Mas um edifício comercial em Estocolmo, na Suécia, quer que seus funcionários façam essas coisas usando um chip instalado sob a pele.
    Elicio da Costa, que tem escritório nesse edifício, já abre a porta da frente aproximando sua mão do leitor de chip na parede. Lá dentro, ele faz o mesmo gesto para entrar nas salas do escritório e até acionar a máquina de fotocópia.
    Ele é um dos que instalaram o pequeno chip de pequeno RFID (identificador de radiofrequência) na mão. Outras 700 pessoas que trabalham no edifício serão convidadas a fazer o mesmo. O objetivo é que, no futuro, o chip sirva para logar em computadores e até realizar pagamentos com o mero toque da mão.
    O projeto é organizado por um grupo cibernético sueco, e os chips são implantados por tatuadores.
    O jornalista de tecnologia da BBC Rory Cellan-Jones resolveu pôr a ideia à prova e instalou um chip em sua mão. Ele conta que a experiência lhe rendeu uma dor semelhante à de uma injeção, mas rápida.

    Potencial

    Hannes Sjoblad, que está levando a cabo o projeto no edifício sueco, incluiu até seu cartão de visitas em seu chip subcutâneo.
    "Já interagimos o tempo todo com a tecnologia", ele disse. "Hoje é meio confuso – precisamos de senhas e códigos. Não seria mais fácil se usássemos apenas o toque das mãos? É bastante intuitivo."
    Mas, ao testar o chip, Cellan-Jones descobriu que ele não é tão intuitivo assim. Para fazer a máquina de fotocópias funcionar, ele teve de contorcer sua mão. E muitos colegas de Sjoblad têm dúvidas quanto a aderir à novidade.
    "De forma nenhuma", disse um jovem funcionário, questionado se tinha planos de implantar um chip na mão. Outra funcionária vê potencial na tecnologia, mas acha que não faz muito sentido usá-la apenas para abrir portas e ligar equipamentos.
    Mas Hannes Sjoblad acha que o objetivo, no fundo, é maior que isso: preparar as pessoas para quando empresas e governos decidirem impor chips à população.
    "Queremos entender essa tecnologia antes que eles venham e digam que todos devemos ganhar um chip – a Receita Federal, o Google ou o Facebook", defende.
    Fonte: BBC

    10 dicas para aprender qualquer idioma

    10 dicas e truques para aprender qualquer idioma



    Matthew Youlden fala nove idiomas fluentemente e entende, pelo menos, mais de doze. Nós trabalhamos no mesmo escritório em Berlim, assim, frequentemente, eu o vejo em ação utilizando suas ferramentas, trocando de idioma como um camaleão muda de cor. Na verdade, por um bom tempo, eu sequer sabia que ele era britânico.
    Quando eu contei ao Matthew a batalha que foi para eu aprender um segundo idioma, ele me deu os seguintes conselhos. Dessa forma, se você acreditar que você nunca poderá ser bilíngue, preste bem atenção nas próximas linhas!

    1. SAIBA O PORQUÊ VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISSO

    Isso parece óbvio mas se você não tiver uma boa razão para aprender um idioma, haverá menos probalidade de você se manter motivado durante a longa caminhada. Querer impressionar falantes do inglês com o seu francês não é uma boa razão: já, querer conhecer um francês ou uma francesa no seu próprio idioma, é algo completamente diferente. Não interessa o seu motivo, uma vez que você decidiu aprender um idioma, é fundamental se manter firme em sua decisão: “Tudo bem, eu quero aprender esse idioma e, por isso, vou fazer tudo o que puder neste idioma, com este idioma e por esse idioma.”

    2. MERGULHE DE CABEÇA

    Então, você fez a promessa. E agora, como fica? Como continuar? Há uma maneira certa, um caminho apropriado para aprender? Matthew recomenda a abordagem máxima de 360°: não importa quais ferramentas você usar, é fundamental praticar seu novo idioma todos os dias. “Eu tenho uma tendência de querer absorver o máximo possível no início. Assim, se eu estou aprendendo algo eu mergulho no aprendizado e tento usar o que estou aprendendo sempre que posso e todos os dias. Conforme os dias passam, eu tento pensar, escrever e falar comigo mesmo neste idioma. Para mim é preciso colocar em prática aquilo que você está aprendendo - seja escrevendo um e-mail, falando sozinho, ouvindo música, ouvindo rádio. Envolver-se, mergulhar na nova cultura é extremamente importante.” Lembre-se, a melhor forma de falar um idioma é fazer com que as pessoas falem com você. Ser capaz de ter uma simples conversa com alguém é uma enorme recompensa para si mesmo. Atingir metas como essas no início, tornará mais fácil a tarefa de manter-se motivado e continuar praticando: “Eu sempre tenho em mente que o melhor caminho é adaptar o próprio jeito de pensar ao jeito de pensar daquele idioma. Obviamente, o falante do espanhol ou o falante do hebraíco ou o falante do holandês não possue somente uma forma única de pensar, mas a ideia é utilizar o idioma para criar o seu próprio mundo linguístico.”

    3. ENCONTRE UM PARCEIRO

    Matthew aprendeu vários idiomas junto com o seu irmão gêmeo Michael (eles decifraram o seu primeiro idioma estrangeiro, o grego, quando tinham apenas oito anos). Matthew e Michael ou os irmãos super-poliglotas, como eu gosto de chamá-los, ganharam seus superpoderes através de uma saudável rivalidade entre irmãos. “Nós estávamos sempre muito motivados e ainda estamos. Nós nos provocamos constantemente, praticamente empurramos um ao outro para conseguirmos chegar lá de verdade. Se ele percebe que estou conseguindo mais que ele, ele fica meio enciumado e tenta me alcançar (talvez porque ele seja meu irmão gêmeo) - e vice-versa.” Mesmo que você não tenha um irmão para viver sua aventura linguística, ter qualquer outro tipo de parceiro estimulará os dois a sempre se esforçarem um pouco mais e não deixar a bola cair: “Eu acho que essa é uma forma muito boa de aprender. Ter alguém com quem você possa falar é a ideia atrás do aprendizado de um idioma.”

    4. CONCENTRE-SE NAQUILO QUE É IMPORTANTE

    Se você fizer da conversação o seu objetivo desde o início, você provavelmente não ficará se perdendo nos livros didáticos. Assim, conversar com pessoas que falam esse idioma será a parte mais relevante do seu processo de aprendizado: “Você está aprendendo um idioma para ser capaz de usá-lo. Você não vai falá-lo consigo mesmo. O lado criativo de aprender um idioma, é realmente colocá-lo em uso em situações do dia a dia - seja escrevendo letras de música, conversando com pessoas ou usando-o quando você viaja para o exterior. Se bem que você não precisa, necessariamente, viajar para o exterior para usá-lo, você pode ir no restaurante grego ali na esquina e pedir em grego.”

    5. DIVIRTA-SE COM O APRENDIZADO

    Usar o seu novo idioma é, de qualquer forma, um ato criativo. Os irmãos super-poliglotas praticavam seu grego compondo e gravando músicas. Pense em algumas formas divertidas de praticar seu novo idioma: faça um programa de rádio com um amigo, desenhe histórias em quadrinhos, escreva poemas ou simplesmente fale, fale e fale o máximo que você puder. Se você não conseguir descobrir uma forma de se divertir com o seu novo idioma, é possível que você não esteja seguindo o passo número quatro.

    6. VIRE CRIANÇA NOVAMENTE

    Isto não quer dizer que você deva sair por aí gritando sem parar, tendo ataques de choro ou que você deva melecar seu cabelo com comida quando for a um restaurante, mas sim, que você deve tentar aprender do jeito que as crianças aprendem. A ideia de que crianças aprendem melhor do que adultos tem provado ser apenas um mito. Novas pesquisas não puderam encontrar uma ligação direta entre idade e habilidade para aprender. A chave para aprender tão rápido como as crianças deve estar simplesmente em agir, em certas situações, da mesma forma que elas agem: por exemplo, a espontaneidade em falar aquilo que lhes vem à cabeça, o jeito com que brincam com tudo, inclusive com o idioma e a inexistência de bloqueios. Crianças, normalmente, não têm medo de dizer bobagens na hora de falar. Nós aprendemos errando. No caso das crianças espera-se que elas cometam alguns erros, já no caso dos adultos, isso parece ser um tabu. Pense em como é mais fácil ouvir de uma pessoa adulta, “Eu não sei”, do que, “ Eu ainda não aprendi isso” (Eu não sei nadar, eu não sei dirigir, eu não sei falar espanhol). Ser visto errando (ou tentando acertar) é um tabu social que não atinge as crianças. Aprender um idioma admitindo que você não sabe tudo (e que isso não é um problema) é a chave para se desenvolver e ser livre. Assim, deixe pra lá suas inibições do mundo adulto!

    7. SAIA DA SUA ZONA DE CONFORTO

    Boa vontade para cometer erros significa estar preparado para se colocar em situações embaraçosas. Eu sei, isso pode dar um medo danado, mas é a única maneira de se desenvolver e progredir. Não interessa o quanto você aprende, você não vai conseguir falar um idioma sem se mostrar: fale com estrangeiros na sua língua materna, pergunte pelo caminho, peça a comida no restaurante, tente contar uma piada. Quanto mais vezes você fizer isso, maior se tornará a sua zona de conforto e ficará muito mais fácil se sair bem em novas situações: “No início, você vai encontrar dificuldade: talvez com a pronúncia, talvez com a gramática, a sintaxe, ou você não conseguirá realmente entender as palavras. Mas eu acho que o mais importante é estar sempre desenvolvendo essa sensibilidade. Todo falante nativo tem uma sensibilidade para a sua língua materna e isto é o que faz dele um falante nativo - a capacidade de fazer do idioma o seu próprio idioma.”

    8. OUÇA COM ATENÇÃO

    Para aprender a desenhar, você precisa primeiro aprender a olhar, a observar. Da mesma forma, você precisa primeiro aprender a escutar para depois aprender a falar. O som de qualquer idioma parece meio estranho quando você o escuta pela primeira vez. Assim, quanto mais contato você tiver com esse idioma melhor. Os sons se tornarão cada vez mais familiares e, assim, será mais fácil falá-lo corretamente:
    “ Nós somos capazes de pronunciar qualquer coisa, nós só não estamos acostumados a fazer isso. Por exemplo, o “r” rolado não existe na minha forma do inglês. Quado eu estava aprendendo espanhol havia palavras com esse “r” duro como em perro e reunión. Para mim, a melhor forma de lidar com a situação era ouvir constantemente e visualizá-lo ou imaginar como ele deveria ser pronunciado, pois para cada som há uma parte específica da boca e da garganta que nós usamos para conseguirmos produzir aquele som.”

    9. OBSERVE AS PESSOAS FALAREM

    Idiomas diferentes exigem diferentes movimentos da sua língua, lábios e garganta. A pronúncia é muito mais um processo físico do que mental. “Uma forma de treino - e isso pode parecer bem estranho - é realmente olhar uma pessoa enquanto ela está pronunciando aquele som que você não consegue produzir e tentar imitar esse som o máximo de vezes que você puder. Confie em mim, vai parecer ser bem difícil no começo, mas você vai conseguir. Na verdade, pronúncia é algo bem fácil de ser feito corretamente; você só precisa treinar.” Se você não pode observar um falante nativo ao vivo e a cores, assistir filmes estrangeiros ou televisão pode ser um bom substituto.

    10. FALE SOZINHO

    Não há problema algum em falar sozinho quando você não tem ninguém para conversar. “Isso pode parecer muito estranho mas, na verdade, falar sozinho no idioma é uma forma excelente de praticá-lo se você não pode utilizá-lo o tempo todo.” Esse método pode manter novas frases e palavras na sua mente e ajudá-lo a melhorar sua confiança na próxima vez que você conversar com alguém.

    (Bonus) RELAXE!

    Você não chateará as pessoas se não falar bem o idioma delas. Se você começar uma conversa dizendo “Eu estou aprendendo e gostaria de praticar…”, a maioria das pessoas será paciente, encorajando você e sentido-se feliz em ajudar. Além disso, há aproximadamente um bilhão de falantes do inglês não-nativos no mundo todo, a maioria deles preferiria falar o seu próprio idioma se pudesse escolher. Tomar a iniciativa para entrar no mundo linguístico de alguém pode deixá-lo à vontade e fazer com que todos se sintam bem: “Com certeza, você pode viajar para o exterior falando seu próprio idioma mas você aproveitará muito mais se puder realmente se sentir à vontade no lugar onde está - conseguindo se comunicar, entender, interagir em todo tipo de situação que você possa imaginar.”

    MAS QUAL É O SENTIDO?

    Nós demos uma introdução em COMO começar a aprender um idioma mas talvez você ainda esteja pensando em PORQUE aprendê-lo? Matthew tem uma última observação a esse respeito: “Eu acho que cada idioma revela uma forma de ver o mundo. Se você fala um determinado idioma, você terá uma forma diferente de analisar e interpretar o mundo da do falante de um outro idioma. Até mesmo idiomas que são bem próximos como espanhol e português, que podem ser considerados mutuamente inteligíveis, são da mesma forma dois mundos diferentes - duas mentalidades diferentes. Por isso, depois de ter aprendido outros idiomas e de estar cercado por outros idiomas , eu não poderia renunciar a qualquer um deles pois eu estaria renunciando a possibilidade de ver o mundo de formas diferentes. Não somente de uma forma, mas de diferentes formas. O estilo de vida monolingual para mim, é muito triste, muito só, é uma forma mais chata de ver o mundo. Há tantas vantagens em aprender um idioma; eu realmente não consigo achar nenhuma outra razão para não fazer isso.”
    Traduzido por: Pedro Werneck
    Matthew The Polyglot

    7 motivos básicos porque a igreja evangélica precisa resgatar os valores apregoados pelos Reformadores






















    Há exatos 497 anos, em 31 de outubro de 1517, o monge alemão, Martinho Lutero afixou às portas do Castelo de Wittenberg, as suas 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Católica, dando inicio a Reforma Protestante. 


    Quase quinhentos anos depois, a igreja dita evangélica, experimenta em seus arraiais as mais estranhas doutrinas, o que com absoluta certeza faria com que o reformador alemão ficasse de rosto ruborizado. 


    Diante do exposto escrevo sete motivos porque a Igreja Evangélica Brasileira precisa resgatar os valores apregoados e defendidos pelos reformadores: 

    Igreja Evangélica Brasileira precisa resgatar os valores apregoados e defendidos pelos reformadores:


    1. Porque ela abandonou as Escrituras preferindo fundamentar sua fé em experiências empíricas, místicas bem como desprovida de embasamento bíblico.
    2. Porque ela comercializa indulgências, oferecendo a graça de Deus em troca de contribuições financeiras.
    3. Porque promove simonia.
    4. Porque ela relativizou a salvação pela graça mediante a fé em Jesus Cristo, ensinando aos seus fiéis que o Eterno abençoa e salva quando fazemos alguma coisa em troca.
    5. Porque o foco da mensagem de sua pregação não é a glória de Deus, e sim a satisfação humana.
    6. Porque ela anucia um falso evangelho, que é  humanista, antropocêntrico e ensimesmado deixando de lado a maravilhosa mensagem da cruz.
    7. Porque ela deixou de pregar Cristo como Salvador, preferindo anuncia-lo como galardoador e abençoador de todo aquele que dele se aproxima.
    Prezado amigo, diante do exposto afirmo sem a menor sombra de dúvidas que mais do que nunca necessitamos resgatar  os conceitos, ensinos e doutrinas pregado pelos reformadores até porque, somente assim, poderemos sair deste momento preocupante e patológico da Igreja evangélica.

    Por um reforma AGORA!

    Soli Deo Gloria,

    Renato Vargens

    O assassino quase invisível é o cumprimento de Mateus 24.




    Ganhar a guerra contra os vírus é tão impossível quanto vencer a luta contra o terrorismo. Por outro lado, não serão eles que eliminarão os humanos desse planeta. Pequenas diferenças entre as pessoas garantem a alguns uma proteção maior a certas doenças. 

    Graças a essa diversidade, não existe um só vírus capaz de infectar todos os seres humanos do planeta. Por mais forte que seja a epidemia, sempre sobrarão alguns de nós para repovoar o planeta com pessoas mais resistentes à doença. Vírus quase iguais ao da gripe espanhola, que mataram milhões, até hoje circulam na população causando gripes muito menos violentas.

    Mas os vírus deverão trazer cada vez mais prejuízos. Estamos modificando o ambiente e nos aproximando cada vez mais de novas espécies – seja no aquecimento global, na derrubada de florestas, na abertura de estradas ou na domesticação de animais silvestres – o que nos coloca em contato com novos reservatórios de parasitas. Essas mudanças forçam os vírus a se adaptar e, às vezes, buscar novos hospedeiros como o ser humano. 

    Para completar a tragédia, a população mundial se tornou extremamente numerosa e reunida em centros urbanos. "Quando há uma grande concentração de hospedeiros, a evolução tende a favorecer vírus de ação rápida e devastadora. A nossa situação automaticamente seleciona agentes mais virulentos", diz Paul Turner. E, como a SARS provou, hoje em dia é muito fácil para um parasita pegar um avião e aparecer em outro lugar do mundo. Portanto, não fique surpreso se outras grandes epidemias se alastrarem pelo mundo nos próximos anos.

    É possível aplicar golpes duros nos vírus. Podem vir a surgir, por exemplo, drogas milagrosas que derrotem variedades hoje consideradas imbatíveis. Também existem projetos de mapear os tipos de parasitas que circulam em outras espécies para saber qual é a chance de contágio humano. Além disso, podemos mudar alguns dos nossos costumes para interromper os canais de proliferação – usar preservativos ou redes contra mosquitos já resolve muita coisa. Só não podemos ter esperanças que um dia os vírus desaparecerão. Nessa guerra, o único resultado possível é o empate.

    Perfil do assassino

    Matar os vírus é uma tarefa complicada porque até hoje não se sabe se eles de fato têm vida. Ao contrário de bactérias, que possuem uma batelada de pequenos órgãos para produzir energia, o vírus nada mais é do que um monte de DNA e enzimas embrulhadas para presente em uma camada de proteína. Um presente de grego: para se replicar, ele precisa invadir outros seres e se apropriar dos instrumentos que eles dispõem. "Os vírus têm algumas características de seres vivos, como gerar descendentes, e não têm outras, como uma existência autônoma. Metade dos cientistas acha que são vida, metade acha que não", afirma o virologista Herman Schatzmayr, da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    De qualquer forma, eles reúnem uma enorme complexidade no minúsculo espaço que ocupam. Milhares de vezes menores que uma bactéria, só podem ser vistos com potentes microscópios eletrônicos. Não se sabe como surgiram. É provável que sejam bactérias que perderam várias organelas e a capacidade de viver por conta própria ou pedaços de células que se desprenderam. O fato é que são antigos a ponto de terem interferido na evolução de quase todas as espécies. Uma prova disso veio com o mapeamento do genoma humano, quando foram encontradas seqüências genéticas de vírus escondidas no nosso DNA. "Acredita-se que esses genes não têm nenhuma função para nós, mas é possível que eles se ativem em algumas circunstâncias e tragam problemas como câncer", diz o biólogo Paul Turner, da Universidade de Yale, Estados Unidos.

    De bactérias a plantas e elefantes, não existe ser vivo que esteja livre desses parasitas. Muitos tipos de vírus só atacam uma espécie. Outros, no entanto, não são tão seletivos assim. Os rotavírus – que todo anos matam em média 440 mil crianças de diarréia no mundo – passam diretamente de alguns animais para o homem. "Nunca vamos nos livrar deles. Para isso, precisaríamos adotar medidas absurdas, como vacinar todos os macacos do mundo", diz o virologista José Paulo Leite, do Laboratório de Virologia Comparada do Fiocruz.

    O modo como os vírus passam de uma espécie para outra é um tema quente para os cientistas. Apesar de o mecanismo ser muito pouco compreendido, sabe-se que essa é a principal forma pela qual novas viroses chegam aos seres humanos. Supõe-se que a Aids, por exemplo, era uma doença de primatas. A SARS provavelmente veio de um tipo de gato apreciado como comida no sul da China, a região de onde surgiram todas as grandes epidemias de gripe que se conhecem. O Influenza, o principal causador da gripe, possui dezenas de variações a mais nas aves do que nos seres humanos, mas elas quase nunca nos infectam. Porcos, no entanto, são bastante suscetíveis aos parasitas das duas espécies e atuam como intermediários no contágio de influenza. Dois tipos de vírus trocam genes dentro dele e geram um nova linhagem capaz de infectar humanos. O sul da China é especialmente propício para que isso aconteça por ser um região populosa em que patos, porcos e gente vivem muito próximos.

    A facilidade com que os vírus mudam e trocam genes permite que eles evoluam rápido e se multipliquem em diferentes grupos. Ninguém sabe dizer quantas doenças eles causam. O que se conhece são algumas maneiras com que eles causam tanto estrago. Uma é usurpar as funções vitais das células até que elas morram. Outra é se multiplicar dentro delas a ponto de estourá-las. Outra ainda, como no o caso das hepatites B e C e do papiloma (HPV), é mudar o material genético da célula e fazer com que ela se multiplique sem controle – entre 10% a 20% dos casos de câncer estão relacionados a vírus.

    O único objetivo do vírus, no entanto, é se reproduzir. A maioria deles produz muitos descendentes em pouco tempo – causando uma forte doença – e passando para outros indivíduos antes que matem o hospedeiro ou sejam eliminados por ele. Vírus como o da herpes, no entanto, conseguem driblar as defesas imunológicas e permanecer em estado latente para o resto das nossas vidas. O truque é se esconder em células do sistema nervoso, normalmente pouco atacadas pelo sistema imunológico, e permanecer lá até que fatores como desgaste físico ou excesso de sol os façam voltar à ativa. O sucesso da estratégia é evidente – a família de vírus da herpes é extremamente antiga e espalhada na natureza. Até ostras têm herpes.

    A ação do vírus


    O passo-a-passo da infecção por HIV
    1. A infecção começa quando uma molécula no exterior do vírus se liga a outra na superfície da célula – o receptor. No corpo humano, as células que possuem os receptores apropriados para o HIV são um tipo específico de glóbulo branco, as células-T auxiliares

    2. Ao se ligar à célula, o vírus inicia uma série de reações que fazem sua superfície se fundir à da célula e jogar uma cápsula de proteína (chamada cápside) dentro dela. A cápside se desfaz e libera enzimas e material genético na forma de RNA

    3. Com a ajuda da enzima transcriptase reversa, o material genético do vírus se converte de RNA para DNA, tornando-se parecido com o material genético de nossas próprias células. O estágio seguinte é ir para o núcleo

    4. O DNA viral funde com o nosso graças à ação de uma enzima chamada integrase. A partir desse momento, a célula produzirá material dos vírus toda vez que tentar fazer nossas próprias proteínas

    5. A protease divide as proteínas em cadeias menores, que resultam nos ingredientes do vírus. A célula, com seu maquinário dedicado à produção dos parasitas, não consegue cumprir suas funções vitais e começa a morrer

    6. As partes se juntam, formam novos vírus e saem da célula. O processo é bem ineficiente. Os agentes produzidos são bastante diferentes entre si e, para cada vírus perfeito, são produzidos dezenas de defeituosos

    A destruição do vírus


    Novas formas de eliminar a doença
    Inibidores de enzimas
    São as principais drogas do atual coquetel contra a Aids. São substâncias que ocupam o mesmo lugar de enzimas como a protease e a transcriptase reversa, mas não exercem a mesma. Assim, bloqueiam a replicação do vírus em vários estágios
    Bloqueadores de fusão
    Substâncias que se ligam aos receptores do vírus e impedem que eles ganhem acesso ao interior da célula. Existem ainda drogas em teste que impedem a fusão da cápsula de proteína do vírus com a membrana
    Moléculas Anti-sentido
    São substâncias que se encaixam com precisão no RNA do vírus e impedem que eles produzam novas proteínas. É como se a molécula conseguisse "desligar" um dos genes do vírus sem danificar o resto da célula
    Vacinas
    Umas das novas propostas é modificar geneticamente um vírus inofensivo e dar a ele a mesma capa de proteínas do HIV. Ele estimularia defesas contra a doença sem causar infecções
    Injeção de interferon
    É uma substância que estimula a produção de HLA (antígeno leucocitário humano), uma proteína que vai para a membrana da célula e sinaliza para o sistema imune que a célula foi infectada
    Inibidores de dedo de zinco
    As moléculas da núcleocápside são mantidas juntas por substâncias chamadas "dedo de zinco". Remédios em teste conseguem inibir essa proteína e evitar que um novo vírus se forme

    Tragédia contagiosa


    As maiores epidemias causadas por vírus
    Ano - 1519 - 1520
    Doença - Varíola: a doença chega ao México e encontra nativos totalmente vulneráveis
    Número estimado de mortes - 5- 8 milhões
    Ano - 1918
    Doença - Influenza: a gripe “espanhola” surge na Ásia e mata mais do que a Primeira Guerra Mundial
    Número estimado de mortes - 20 - 40 milhões
    Ano - 1968
    Doença - Influenza: o vírus muda uma de suas proteínas e dá origem à gripe de Hong Kong
    Número estimado de mortes - 700 mil
    Ano - 1981- hoje
    Doença - AIDS: transmitida sexualmente, até hoje causa cerca de 3,5 milhões de mortes por ano
    Número estimado de mortes - 26 milhões

    Ano - 2014
    Ebola - mais de 3.000 mortes

    agente de saude africa
    O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluídos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. Para se ter uma noção, cabem cerca de 10.000 Ebola numa única gota de sangue. Na primeira epidemia, em 1976, no Zaire, foram 431 mortes. Nos outros principais surtos da doença, a média de mortos foi de 220 pessoas. Para a OMS, o crescimento da epidemia atual tem relação com a chegada do vírus nas áreas urbanas, onde há maior densidade demográfica.

    Também há uma questão séria de falta de informação da população: uma das únicas formas de conter a doença é identificar rapidamente as pessoas infectadas e colocá-las em quarentena. Mas essa identificação não é tão fácil: a transmissão por meio de sêmen, por exemplo, pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica do paciente. Além disso, quando a pessoa morre é o momento em que o vírus está mais contagioso. O problema é que existem famílias que escondem os doentes ou mantêm o cadáver por vários dias em casa. Para dificultar ainda mais, a cultura muçulmana tem a tradição de lavar os corpos dos mortos antes do enterro.

    Adaptado - http://super.abril.com.br/

    Conheça um pouco sobre a Missão AMME




     

    AMME é a missão que ajuda as igreja evangélicas brasileiras a cumprir sua missão bíblica de evangelizar todo mundo: motivando, treinando, suprindo e apoiando.

    Fundada nos primeiros dias do ano 2000 pelo missionário José Bernardo, AMME é uma missão evangélica, brasileira, independente e não denominacional. A missão tem estatutos de associação civil religiosa e está registrada no CNPJ sob número 04.035.720/0001-43 com a razão social Associação de Missionários Mantenedores da Evangelização – AMME. Para fins de comunicação, a missão utiliza juntas as marcas AMME Evangelizar, ambas marcas registradas da AMME.

    Visão: No dia 11 de agosto de 1997, depois de um período de entristecimento por causa da situação da Igreja Brasileira, durante um período de oração, o pastor José Bernardo foi tomado de forte comoção. Ele sentia como se o Senhor estivesse lhe perguntando se ficaria apenas reclamando da situação da Igreja ou se estaria disposto a fazer alguma coisa. Humilhado na presença de Deus, ele sentia que nada podia fazer, então se sentiu disposto a estudar a segunda carta de Paulo a Timóteo em busca de respostas.

    Enquanto lia aquela carta, testamento do apóstolo Paulo que morreria em alguns dias depois de dedicar cerca de trinta anos de vida à pregação do Evangelho, o fundador da AMME foi confrontado com o fato de que Paulo se deparava com cenário semelhante: líderes corrompidos, crentes enfraquecidos e contaminados e uma igreja vacilante diante de um mundo dominado pelo pecado. O que chamou a atenção naquele momento foi o fato de que Paulo não estava desanimado ou entristecido. Ele considerava que sua carreira havia terminado, mas exortava a Timóteo que continuasse evangelizando, pois, somente assim o ministério dele seria completo.

    Esta era a resposta! Paulo não considerava que devia evangelizar somente quando tudo estivesse bem. Ele via a evangelização como solução! Desde aquele momento, e no dia seguinte, José Bernardo escreveu um projeto de ampliação da evangelização e o chamou de “Todo Mundo”. Nos primeiros dias do ano 2000, depois de um período de crescimento e aprendizado, começaram as ações que culminaram no registro oficial da AMME no dia 10 de agosto daquele ano, três anos após receber a visão que até hoje orienta as ações da AMME: Se há algo que podemos fazer pela Igreja Brasileira é ajudá-la a cumprir sua tarefa de evangelizar.

    Resultados: O primeiro ano da AMME foi uma prova de perseverança. O casal, Vasti e José Bernardo, dispôs de todas as suas economias, viajando e enviando correspondências para centenas de pastores em todo o país, oferecendo ajuda para a evangelização. Naquele ano, apesar dos esforços, somente uma única igreja aceitou a ajuda: uma congregação das Assembléias de Deus com apenas quarenta membros, na região de Cordovil no Rio da Janeiro – RJ. Uma igreja que nunca tinha evangelizado recebeu toda a ajuda que a AMME pôde reunir e, em uma semana, evangelizou cerca de 6.000 pessoas. Isso transformou a igreja. Porém, para o missionário José Bernardo e os primeiros missionários que já estavam com ele, aquilo não era suficiente. Como alcançar todo o Brasil se somente uma igreja fosse ajudada a cada ano?

    No segundo ano, o Senhor abriu as portas: recursos, estratégias, parcerias e gente interessada em evangelizar possibilitaram o envolvimento de mais de quatrocentas igrejas em oito Estados e a distribuição de treinamento e material suficiente para evangelizar cerca de 5.000.000 de pessoas. No terceiro ano, repetiu-se o resultado; agora, com mais igrejas em mais Estados, a AMME também lançou novos projetos e se estabeleceu no cenário missionário do país. No quarto ano, foram distribuídos material e treinamento suficientes para evangelizar 9,6 milhões de pessoas; no quinto ano, a AMME chegou a 15 milhões de pessoas e desde então tem mantido uma média de 10 a 12 milhões de pessoas evangelizadas a cada ano.

    Na campanha BRASIL2010, no ano em que completou 10 anos de fundação, a AMME Evangelizar avançou de modo extraordinário, envolvendo 7.571 igrejas, treinando 18.561 líderes e fornecendo 18.961.000 literaturas, para evangelizar 10% da população brasileira em apenas um ano. Junto com estes números grandiosos, chegam diariamente à Casa da Palavra, sede da AMME, testemunhos do despertamento de igrejas, abertura de outras e muitas, muitas vidas transformadas para a glória de Deus em Cristo que nos chamou para essa boa obra.

    fonte: http://www.evangelizabrasil.com/about/

Missões Mundiais

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